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Consulta Pública nº 81 de 02/09/2019

Chamada Pública de Propostas de Projetos - 3º PAR Procel

Subsídio para a elaboração, pelo Grupo Coordenador de Conservação de Energia Elétrica - GCCE, do Terceiro Plano de Aplicação de Recursos do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - 3º PAR Procel

Publicação no DOU em: 01/09/2019,
Prazo: 02/09/2019 à 02/10/2019
Número Processo: 48360.000205/2019-41
Área Responsável: DDE/SPE
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  • Contribuído em 17/12/2019

    EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA ATENDER AS MORADIAS DA COMUNIDADE INDÍGENA – ALDEIA ÁGUA BONITA

    A área rural denominada “Chácara Água Bonita” está ocupada, desde 2001, pelos moradores da Aldeia Água Bonita das etnias indígenas Kaiuwá, Guarani, Terena e Guató. Cabe ressaltar que a titularidade da área, com 138.807,08 m², é da AGEHAB e futuramente será doada à Associação indígena Aldeia Água Bonita, conforme Lei 4.992 de 07/04/2017. Atualmente nessa área rural, próxima à Campo Grande/MS, vivem 137 famílias indígenas em condições extremamente precárias. Em um projeto inédito a AGEHAB pleiteou, junto ao Ministério das Cidades, recursos do PMCV-PNHR, para construção de unidades habitacionais. Tendo sido habilitada pela Portaria nº 163 de 27/02/2018, a AGEHAB, desde abril de 2018 está executando, como Entidade Organizadora, a construção de 79 (setenta e nove) unidades habitacionais para atender parte da comunidade indígena daquele local. Salientamos que as outras 58 unidades habitacionais serão atendidas com recursos do tesouro do Estado de Mato Grosso do Sul, a serem iniciadas ainda em 2019, contemplando com moradias dignas as 137 famílias da Aldeia Água Bonita. Há que se esclarecer que as obras estão sendo executadas pela própria comunidade indígena em um processo promovido pela AGEHAB de capacitação e qualificação da mão-de-obra indígena, possibilitando a inserção desses trabalhadores no mercado da construção civil. Visa este projeto estimular a redução do consumo de energia elétrica pelas famílias indígenas moradoras da Aldeia Água Bonita contribuindo com a auto-suficiência da comunidade. A equipe técnica da AGEHAB iniciou os estudos preliminares para viabilizar a implementação tecnológica de Geração Fotovoltaica na Aldeia num projeto piloto de otimização do consumo de uma energia limpa e renovável acrescida de uma conscientização socioambiental. Vislumbramos a possibilidade de obtermos recursos para implantar esta tecnologia por meio da Consulta Pública nº 8 de 03/09/2019 do Ministério de Minas e Energia.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Rede de aprendizagem de entes reguladores para aplicação de instrumentos que incentivem a eficiência energética

    Em 2018, o setor de saneamento foi responsável por cerca de 4% do total de consumo de energia elétrica no Brasil, correspondendo a um consumo de aproximadamente 12 TWh. De acordo com o Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB), a expectativa é que em 2033 o consumo do setor alcance 14,7 TWh. A energia elétrica é um dos principais insumos para a prestação dos serviços de saneamento, sendo as despesas com este insumo correspondendo a cerca de 10% das despesas totais dos serviços de saneamento em 2017. Esses dados demonstram a importância deste insumo para o setor de saneamento. No final de 2018 foi instituído decreto que reduz gradualmente a redução do subsídio na conta de energia elétrica para os prestadores de saneamento. É estimado que essa decisão impacte 1% da tarifa média nacional de água e esgoto. Apesar de parecer pouco significativo, o potencial de economia de energia elétrica no setor de saneamento é expressivo, podendo alcançar 50% dos gastos com energia elétrica através de medidas de eficiência economicamente acessíveis. Nesse sentido, propõe-se a realização de uma rede de aprendizagem com cerca de 20 agências reguladoras e entes regulados para disseminação e realização de estudos prévios aplicados de instrumentos regulatórios que incentivem a eficiência energética. A proposta de projeto tem por objetivo dar subsídios para que os reguladores – tanto de energia como de saneamento – sejam capazes de desenvolver e utilizar mecanismos que efetivamente induzam à eficiência energética na prestação de serviços de saneamento. Nesse sentido, a proposta tem relação tanto com a política nacional de saneamento básico como a de energia elétrica.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    PROCEL Qualidade da Energia: Medição e Análise da Qualidade de Energia Elétrica

    A qualidade da energia elétrica é um dos pontos críticos nas instalações industriais, e que, infelizmente, ainda é uma das que menos é explorada no que se refere à redução de gastos e ganhos econômicos. Por ser um assunto pouco difundido dentro das indústrias, muitos problemas que são decorrentes de uma baixa qualidade na rede elétrica não são associados com a mesma, como exemplo podemos citar: baixo fator de potência, consumo excessivo de energia, baixa vida útil de componentes elétricos, queima de motores, falha em transformadores, queima de capacitores, entre outros. Com isso, será desenvolvido uma metodologia para analisar a qualidade de energia nas indústrias nacionais e um diagnóstico, com desenvolvimento de melhorias, para a qualidade de energia de um grupo de Indústrias Nacionais, como forma de programa Piloto.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Modelagem Técnico-Jurídico-Financeira para Contratação de Projetos de Eficiência Energética em Prefeituras: Saneamento, Próprios Públicos e Iluminação Pública

    Desenvolvimento de um modelo Técnico-Jurídico-Financeira visando a Contratação de Projetos de Eficiência Energética por Prefeituras, para execução de projetos em Saneamento. O levantamento dos dados técnicos será realizado, inicialmente, em 10 municípios do estado de São Paulo. O modelo apresentado tem alcance nacional, uma vez que a estrutura financeira, bem como a jurídica podem ser utilizadas em outros municípios do Brasil. Além disso, o modelo pode ser adotado, também, para contratação de projetos de eficiência energética em Próprios Públicos e Iluminação Pública. A entrega do estudo contemplará: - relatório técnico detalhado, composto pela identificação das ações de eficiência energética e quantificação detalhada de economia de energia e redução de demanda, por meio de medições, observações, simulações, modelos e estudos; - estudo de viabilidade econômica: análises de indicadores financeiros; - modelagem jurídica, com proposta do modelo jurídico para contratação das ações propostas; - modelagem financeira: proposta de modelo de financiamento através de Agência de Fomento.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Programa de saneamento e cogeração para pequenas comunidades agrícolas

    O Brasil possui aproximadamente 31 milhões de habitantes morando na área rural e comunidades isoladas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE – PNAD 2013). Desta população, somente 22% tem acesso a serviços adequados de saneamento básico, portanto, cerca de 24 milhões de brasileiros ainda sofrem com o problema crônico e grave da falta de saneamento básico. As soluções tradicionais para o saneamento rural ainda são a fossa séptica e a fossa rudimentar por terem custos baixos estas soluções se proliferam no Brasil, apesar do risco ao meio ambiente e às pessoas.o Brasil tem tudo para se destacar no cenário de produção de biogás, pois possui enorme potencial de resíduos agrícolas como vinhaça, palha e bagaço de cana-de-açúcar, palha de arroz, caroço de algodão, bagaço e caroço de frutas, além de resíduos urbanos como lixo, esgoto, resíduos de podas e capinas, e dejetos de animais, caso dos bovinos, suínos, frangos e até de peixes. Por essas contextualizações o objetivo desse projeto é o desenvolvimento de sistema de geração de energia elétrica a partir de biogás por tratamento anaeróbio de esgoto e resíduos agrícolas.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Programa de Capacitação e Certificação em ISO 50.001

    A gestão dos recursos energéticos de maneira sistemática e estratégica, tem sido reconhecida mundialmente como um mecanismo efetivo de mitigação de emissões pelo lado da demanda. Em 2011 foi lançada e em 2018 atualizada a Norma ISO 50001: Sistemas de Gestão da Energia – Requisitos com orientações para uso. O Brasil apresenta uma penetração incipiente de empresas certificadas na Norma ISO 50.001. Propõe-se então uma série de treinamentos massivos de profissionais e técnicos que se disponham a trabalhar como implementadores e auditores de Sistemas de Gestão de Energia (SGEs). Este treinamento deve incluir a possibilidade de obter certificado de Auditor Interno ou Líder, fazendo parte de um Sistema Nacional de Certificação, que também será desenhado dentro do escopo deste projeto. O projeto também propõe o mapeamento de mecanismos para impulsionar a adoção de SGEs pelas organizações de todos os setores (não apenas industrial), e considerando todas as fontes de energia (não apenas eletricidade). Finalmente, propõe-se a integração dos treinamentos em instituições de ensino de forma a tornar o programa perene e autossustentável como uma ação estruturante educacional. Este programa pode contar com participação e/ou financiamento conjunto entre o setor público, privado, universidades e organizações da sociedade civil. Em etapa posterior, pode ser avaliado o Impacto Regulatório da compulsoriedade da Norma ABNT-ISO-50.001 para grandes empresas energo-intensivas, de maneira que acelere a implementação de Sistemas de Gestão no país.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Precursão de Auditores Mirins para a Eficiência Energética

    Aprimorar o projeto “Olhos no Futuro” através da promoção do 7º ODS com metodologias deensino-aprendizagem que una a universidade e a escola pública. Com o uso de ferramentas lúdicas e experimentais, este projeto visa a precursão dos auditores mirins para a sustentabilidade energética na sociedade, como os olhos analíticos e críticos para a eficiência energética.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    FORMAÇÃO DE CONSULTORES DA ISO 50.001 NAS INDUSTRIAS

    Publicada em 2011, a ABNT NBR ISO 50.001 vem transformando a maneira como as organizações fazem a gestão da sua energia, oferecendo às empresas uma abordagem abrangente para melhorar continuamente o desempenho energético, a sustentabilidade e a sua rentabilidade. Possui valor tanto como modelo de melhor prática quanto como referência global para o clima e a ação da energia limpa. Cerca de 12 000 organizações no mundo já estavam certificadas para o padrão no final de 2015 - 77% acima do ano anterior. Em 2016 esse número subiu para 20.216 um aumento de 69%. No ano de 2018 no Brasil existiam apenas 49 empresas certificadas, o que demonstra uma grande oportunidade para a promoção deste sistema de Gestão. Embora a matriz energética brasileira seja considerada uma das mais limpas do mundo, produzindo e consumindo energia, onde cada brasileiro emite, em média, 7 vezes menos CO2 do que um americano e 3 vezes menos que um europeu ou chinês, ainda existe um grande potencial a ser explorado. Nos últimos 3 anos o Brasil desperdiçou 143.647GWh, equivalente a 1,4 vezes a produção total de energia da usina de Itaipu em 2016. Em valores financeiros R$ 61,71 bilhões. Propomos promover a capacitação para multiplicação de consultores com base na metodologia de implementação da ISO 50.001 de tal maneira a subsidiar cada Estado da Federação com profissionais com competência para desenvolver a Gestão de Energia nas Industrias (Duas etapas: teórica e pratica).

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Estudo de Viabilidade Técnico Econômica para tomada de decisão nas capitais para Datacenters com máxima eficiência energética.

    Os datacenters têm um crescimento real, sendo previsto um aumento de até 53% em 2020, e a eficiência energética em recintos de alto consumo de energia são fundamentais. Já existem metodologias para mensurar essa eficiência como o PUE (Power Usage Effectiveness), este índice apesar de importante não reflete de forma integral a eficiência, neste projeto, foi demonstrado 38 Datacenters com PUE, sendo que, 37 cidades brasileiras e 1 cidade (Chicago) dos EUA, e comparado a eficiência do Índice com um novo a ser criado o EUED (Energy Usage Effectiveness Design) que na métrica ao invés de considerar a potência como elemento de comparação, começou a usar a energia como elemento de comparação, usando o estudo aproveitamento de entalpia com uma nova metodologia para obter os resultados em fase de projeto. Os consumos de energia com infraestrutura que é a somatório do consumo de energia com equipamentos de ar condicionado, equipamentos, iluminação e outros, entre as cidades dá uma diferença a mais de 1,21% de São Paulo em relação a Curitiba e de 10,61% de Rio de Janeiro em relação a Curitiba. Os índices obtidos com aplicação do índice EUED, foram respectivamente, de 1,245kW/kW para Curitiba, 1,260 kW/kW para São Paulo e de 1,377 kW/kW para Rio de Janeiro, dando uma diferença de 16.86% para Curitiba, de 16,19% para São Paulo e de 10,31% para Rio de Janeiro em relação ao PUE COA (Power Usage Effectiveness Constant Outdoor Air). Utilizando um método transparente ao projetar um sistema de energia com baixo impacto ambiental, o TEWI (Total Equivalent warming Impact ou Total equivalente ao impacto de aquecimento). O TEWI é uma métrica do impacto do aquecimento global de equipamentos com base no total de emissões, relacionadas a gases de efeito estufa durante a operação do equipamento e a eliminação dos fluidos operacionais no fim da vida útil. Foi constatado que mesmo com consumo Energia HVAC Anual kWh são para as duas cidades parecidas, o TEWI delas são extremamente diferentes, ond

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Redução de consumo de energia elétrica para sistemas de condicionamento de ar e refrigeração da UFF e demais Instituições de Ensino Superior

    Este projeto pretende investigar metodologias para redução de consumo de energia elétrica em sistemas de condicionamento de ar e de refrigeração em geral. Atualmente, a demanda de energia elétrica para condicionamento de ar corresponde a mais de 7,5% da energia elétrica gerada no Brasil, e estima-se que em 2050 o consumo de energia elétrica para condicionamento de ar no mundo corresponderá às capacidades atuais de geração de EUA, UE e Japão combinados. Portanto, o incremento da eficiência de tais sistemas é crucial para limitar o aumento da demanda de energia elétrica. Esta proposta prevê a utilização de desumidificação dessecante para redução da carga térmica latente e o desenvolvimento de sistemas de controle otimizados para redução do consumo de energia elétrica. Para tal, será realizada uma investigação numérica e experimental de processos de desumidificação de ar em rodas dessecantes e entálpicas, bem como o processo de regeneração utilizado nestes sistemas – o qual pode ser feito utilizando energia solar ou rejeito térmico de outros processos. Ainda, planeja-se realizar investigação numérica e experimental de técnicas de controle em sistemas de refrigeração, possibilitando o desenvolvimento de equipamentos com maior eficiência energética e redução significativa de consumo de energia elétrica, alinhando com as políticas públicas de eficiência energética em andamento. Também espera-se desenvolver ferramentas de dimensionamento de sistemas mais compactos e eficientes. Especula-se economia de energia da ordem de 50% para condicionamento de ar mediante combinação das técnicas e conceitos aqui abordados. O projeto envolverá a participação de alunos de pós-graduação e graduação, estimulando assim a formação de recursos humanos com experiência em temas relacionados à eficiência energética de sistemas como contrapartida. Os resultados serão demonstrados através de resultados experimentais obtidos em aparatos laboratoriais e sistemas em uso.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Estudo de novo índice de sustentabilidade em climatização - TWI (Total Water Impact).

    As vendas para ar condicionado estão crescendo rapidamente em edifícios, mais que triplicando entre 1990 e 2016. Este uso de energia para climatização advém de combinação do aumento de temperaturas, aumento da população e crescimento económico. A procura de energia para climatizar ambientes irá triplicar até 2050, consumindo mais energia que toda que os Estados Unidos da América, União Europeia e Japão consomem atualmente. Este aumento de energia irá impactar diretamente no consumo de água, seja para arrefecer um condensador de um equipamento diretamente, seja para servir indiretamente como base para fontes de energia como hidrelétricas, que alimentam esses sistemas de climatização. Sabendo da importância única e crescente da água, é apresentado um novo índice, Total Water Impact (TWI) que permite comparar de forma holística o impacto de utilização de água em sistemas de climatização com condensação a água, a ar e evaporativos, no meio ambiente.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO USO DE LÂMPADAS UV-C EM SERPENTINAS DE RESFRIAMENTO

    Segundo GREENGUARD ENVIRONMENTAL INSTITUTE (USA), uma qualidade pobre do ar interior é associada com potenciais problemas de saúde. Melhorar a qualidade do ar não apenas reduz significativamente o nível de doenças e absenteísmo, como também gera fortes impactos positivos na produtividade do trabalhador, estimados entre 0,5 a 5%, sendo a implementação de lâmpadas UV-C uma das melhores entre as opções para reduzir os efeitos da má produtividade de trabalho. De forma empírica os fabricantes de lâmpadas UV-C esclarecem sobre além da questão do IAQ (Indoor Air Quality), a possibilidade de economia de energia por intermédio de trabalhar com a serpentina sem o Biofilme e demais sujidades. A luz ultravioleta faz parte do espectro eletromagnético, com comprimentos de onda entre 100 e 400 nanômetros (nm). Quanto menor o comprimento de onda, maior a energia produzida. Fazem parte do espectro ultravioleta as faixas UV-A (400 - 320 nm), UV-B (320 – 280 nm) e UV-C (280 – 100 nm), especificamente as lâmpadas germicidas UV-C trabalham num comprimento de onda de 220 a 280 nm. A redução na eficiência de transferência de calor pela serpentina é, tipicamente, resultado do acúmulo de contaminantes em suas superfícies. A acumulação de material orgânico (biofilme) causa o isolamento térmico da superfície, gerando uma maior temperatura do ar de insuflamento de bulbo úmido. Com o aumento da espessura da camada de biofilme há maior dificuldade de manter o fluxo de ar entre as aletas da serpentina e, com ventiladores de rotação / vazão constante, o fluxo de ar acaba sendo reduzido. Mas mais importante que o fluxo é a troca de calor que o Biofilme pode reduzir essa eficiência. O propósito deste artigo é o de mensurar os efeitos de lâmpada UV-C nos equipamentos de refrigeração difundidos do Brasil, ou seja, em serpentinas de resfriamento para uso comercial, onde serão apresentados os efeitos do uso de lâmpadas UV-C na eficiência energética.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Metodologia de avaliação do efeito de mercado das iniciativas de Eficiência Energética.

    A avaliação dos programas e iniciativas para promover a eficiência energética no Brasil tem sido focada no impacto, visto como a medida do benefício do consumo de energia evitado e demanda evitada no horário de ponta. Alguns projetos têm conseguido avaliar os processos destes programas e iniciativas, aprimorando e/ou evoluindo os critérios e abrangência da sua aplicação, tal é o caso do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) e o Programa de Eficiência Energética (PEE) da ANEEL, ambos em contínua evolução. No entanto, faz-se necessário estabelecer bases sólidas para avaliação dos efeitos da eficiência energética no mercado. Esta avaliação deveria compreender os passos a seguir: • Estudo de escopo, • Análise de evolução do mercado, • Análise de efeitos de mercado, • Estudo de atribuições, • Estimativa ajustada de economia de energia, • Estudo de sustentabilidade no tempo. Nesse contexto, propõe-se o desenvolvimento de uma metodologia que sirva como base teórica e operacional do monitoramento dos efeitos de mercado dos Programas, Políticas e Iniciativas no âmbito do PAR Procel.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Prêmio Procel

    O Decreto Nº 9.863, de 27 de junho de 2019, dispõe sobre o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - Procel e sobre o Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional da Energia. Em seu Artigo 7º, cita que o Prêmio poderá ser conferido anualmente em 11 categorias determinadas, que são: I - órgãos e empresas da administração pública; II - empresas do setor energético; III - indústrias; IV - empresas comerciais e de serviços; V - micro e pequenas empresas; VI - edificações; VII - transporte; VIII - imprensa (reportagens); IX - saneamento; X - iluminação pública; e XI - gestão energética municipal. A organização e realização de mais uma edição do Prêmio – a última foi promovida em 2009 – proporcionaria o atendimento ao Decreto Nº 9.863, incentivaria a disseminação do tema eficiência energética nas 11 áreas das categorias premiadas e auxiliaria na divulgação do Procel e suas ações nesta nova fase iniciada em 2016.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Pesquisa mercadológica sobre motores importados: análise do impacto em eficiência energética

    Cargas ligadas a motores elétricos são responsáveis por cerca de 25% de toda a energia elétrica consumida no país pela indústria. São diversos os usos dos motores, dentre eles, o uso em ventiladores, bombas hidráulicas, compressores de ar, elevadores etc. Quando esses motores são de indução, trifásicos, de rotor de gaiola de esquilo, de 60Hz, até 500CV e 600V, esses só podem ser comercializados se atenderem aos índices de eficiência mínimos de nível “Premium” definidos pela Portaria Interministerial MME/MCTIC/MDIC 1 de 29/06/2017, de forma a garantir o seu perfeito funcionamento e o gasto energético adequado. Com olho na eficiência energética desses motores, a segunda versão da pesquisa sobre motores elétricos recondicionados da PUC-Rio, realizada em 2019, identificou que houve um aumento do share de motores importados no mercado brasileiro (14% nesta pesquisa, contra os 4% informados pela primeira versão da pesquisa realizada pela PUC-Rio em 2013). Para entender como e o porquê da ocorrência do aumento do mercado de motores importados, seria necessário realizar pesquisas em profundidade (pesquisa qualitativa e quantitativa) com os usuários de motores, com os donos de empresas que vendem motores (meios online de venda de motores importados, inclusive). Assim, seria possível identificar quais os tipos e a qualidade que esses motores importados apresentam em relação aos aspectos construtivos, ao rendimento, ao fator de potência, etc., podendo ser calculado o impacto energético que estes motores causam na matriz de energia elétrica brasileira. Esta pesquisa pretende balizar propostas ao governo de medidas educativas aos consumidores e fiscalizadoras para sanar as irregularidades e disciplinar esse mercado para que os programas de eficiência energética não tenham seus nobres e ideais objetivos comprometidos por empresas que desrespeitam a legislação de motores hoje vigente.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Eficiência Energética na Rede Federal de Educação Profissional

    O projeto será realizado por meio de parceria a ser firmada com a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC com vista à implementação do Programa Eficiência Energética na Rede Federal de Educação Profissional. A perspectiva é que o estímulo à formação profissional e tecnológica em eficiência energética venha viabilizar a infraestrutura nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFTE) e nos CEFETs, visando à pesquisa e a iniciativas em eficiência energética. Como resultado desse projeto, espera-se a ampliação da formação profissional e tecnológica em eficiência energética.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    NOVA METODOLOGIA PROCEL NAS ESCOLAS

    Com a aprovação da nova BNCC (Base Nacional Comum Curricular), hoje é possível fazer com que o PROCEL trabalhe de forma transversal e integrada ao ensino público (fundamental e médio), que associado aos recursos do “Ensino a Distância”, pode chegar ao alcance de todas as escolas públicas do país através de internet. A Proposta prevê a elaboração de todos os documentos pedagógicos norteadores do processo educacional (WEB) para integração entre o ensino regular da rede pública (BNCC – Ciência da Natureza) com as atividades relacionadas a conscientização dos alunos (consumidores finais) sobre os impactos do seu comportamento (dia-a-dia) na cadeia energética do país como um todo: Geração, Transmissão e Distribuição, bem como, sobre questões de riscos com o sistema elétrico, meio ambiente e saúde. As atividades técnico-pedagógicas ocorrerão a partir da interação dos alunos com dispositivos do sistema elétrico brasileiro (fontes de geração de energia, linhas de transmissão, linhas de distribuição e equipamentos elétricos residenciais), que terão como atividades práticas a interação com um “Simulador Virtual” do sistema elétrico brasileiro, em uma espécie de jogo. O simulador reproduzirá de forma interativa com os alunos, o funcionamento de todo o sistema elétrico (objetivo de compreender o todo) em um período de 24h (dia e noite - de forma acelerada em 24 minutos) sempre com foco na conscientização do “usuário final” quanto suas ações no “dia-a-dia” (tomar banho, lavar e passar roupa, assistir TV etc) e os respectivos impactos na cadeia energética do país.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Fundo Garantidor para Crédito a Eficiência Energética ("FGEnergia")

    Por intermédio de diversos estudos de mercado conduzidos nos últimos anos pelo BID, detectou-se que, para grande parte das empresas brasileiras atuantes tanto no segmento industrial quanto no comercial, a falta de garantias reais se apresenta como um significativo entrave no acesso a linhas de crédito para investimento em eficiência energética. Tal cenário é, ainda, agravado pelo fato de que a economia decorrente da redução no consumo de energia não vem sendo aceita pelo setor bancário brasileiro como uma garantia suficiente para a concessão do crédito. Com vistas à mitigação desse grande obstáculo ao uso eficiente da energia elétrica e ao combate ao seu desperdício, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e o LAB (Laboratório de Inovação Financeira) desenharam, em conjunto, um mecanismo inovador de garantia de crédito, que substituirá integral ou parcialmente as garantias reais atualmente exigidas pelas instituições financeiras para a concessão de financiamento a projetos dessa estirpe: o Fundo Garantidor para Crédito a Eficiência Energética (“FGEnergia”). Na prática, estima-se que, operando com recursos iniciais na ordem de R$ 30 milhões em ativos, o FGEnergia será capaz de apoiar projetos de eficiência energética que, somados, atingirão o importe de R$ 200 a R$ 250 milhões.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Manual de melhores práticas de eficiência energética no segmento industrial de papel e celulose no Brasil

    De acordo com balanço energético nacional, o setor industrial consumiu 200.885 GWh de eletricidade em 2018, representando 38% do total consumido no Brasil. O segmento de papel e celulose consumiu 23.926MWh em 2018, o que representa 12% desse total. Neste contexto, o projeto visa elaborar um manual de melhores práticas em eficiência energética para segmento industrial de papel e celulose no Brasil, visando promover a capacitação e disseminação de informação para promover assim ações de conservação de energia elétrica. O segmento de papel e celulose é responsável por 4% de todo o volume de bens e produtos negociados pelo Brasil com outros países, sendo que ganhos de eficiência energética representam ganhos de competitividade internacional. Ganhos de eficiência energética representam ganhos econômicos, ambientais e sociais, com a criação de empregos diretos e indiretos no país.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Elaboração de um mapa geotérmico, para aplicação em bombas de calor no Brasil, para aumentar a eficiência energética.

    Os sistemas de bombas geotérmicas são abundantemente utilizados em países como Canadá e Estados Unidos da América, porém, no Brasil o sistema é pouco utilizado. Para mudar essa situação é necessário demonstrar que as temperaturas do solo brasileiro são adequadas para a utilização de bombas geotérmicas em larga escala. A presente deste projeto está como foco estudar a viabilidade técnica para a instalação de sistemas de bombas de calor geotérmicas em diversas cidades do Brasil, a partir da avaliação das temperaturas do solo e ambiente. Apresentando resultados das medições de temperaturas do solo das capitais brasileiras, para avaliar a possibilidade de instalação das bombas de calor e verificar as regiões mais propícias para a instalação do sistema. Os estudos serão realizados por meio da mensuração das temperaturas geotérmicas ao longo de um ano, com equipamentos aferidos e sistemas digitais de aquisição de dados em estações de medição instaladas nas diferentes cidades. Os dados de temperatura serão utilizados para avaliar o desempenho dos sistemas geotérmicos, usando como base os coeficientes de performance obtidos dos diagramas de entalpia do fluido refrigerante. O desempenho teórico dos sistemas geotérmicos será comparado ao dos sistemas convencionais. No momento já está em execução mostras de temperaturas geotérmicas obtidas nas estações do Estado do Paraná entre janeiro e outubro de 2013 apresentaram variação entre 16 e 24 °C e, portanto, são propícias à instalação de bombas de calor geotérmica em nas localidades onde as estações foram instaladas. Os valores de ganho em eficiência com o uso do sistema geotérmico na comparação com o sistema convencional variaram entre 20% e 44%. Os dados de temperatura geotérmica de superfície são importantes para a indústria de refrigeração brasileira, lembrando que os sistemas de condicionamento baseados em BCG são mais eficientes e mais simples, ou seja, são também mais baratos. Os resultados obtidos neste projeto validam a

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional da Energia

    O decreto presidencial de nº 9.863, de 27 de junho de 2019, dispõe sobre Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional da Energia o prêmio nacional de eficiência energética para empresas de vários setores no Brasil. O objetivo deste projeto incide na regulamentação e operacionalização do Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional da Energia e nessa proposta prêmio prevê dois objetivos principais: 1) Criar uma competição entre empresas das categorias descritas no decreto e gratificar ou reconhecer as que implantarem melhores ações de eficiência energética; 2) Criar uma lista de empresas por categoria e as respectivas ações de eficiência energética realizadas no ano, divulgando resultados e colocações; Esse prêmio é segmentado para as seguintes categorias identificadas no decreto: I - Órgãos e empresas da administração pública; II - Empresas do setor energético; III - Indústrias; IV - Empresas comerciais e de serviços; V - Micro e pequenas empresas; VI - Edificações; VII - Transporte; VIII - Imprensa (reportagens); IX - Saneamento; X - Iluminação pública; e XI - Gestão energética municipal Um prêmio nacional, a nível setorial, com ampla divulgação de ações e resultados obtidos pode ser um incentivo ao desenvolvimento de projetos e ações de eficiência energética nas instalações do país.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    USINA DE RECUPERAÇÃO DE ENERGIA

    Trata-se de uma usina de geração de energia elétrica (5MW/h), produção de óleo diesel (1 mil litros/hora), produção de alimentos, reciclagem de lixo (vidro/metal), geração de 100 empregos direitos/indiretos. A usina vai tratar 150 toneladas de lixo por dia, na primeira fase de geração de energia, e posteriormente poderá tratar mais 300 toneladas com a produção de óleo diesel, o diesel produzido é S5 bem superior ao que utilizamos aqui no Brasil (S10), compra e mercado garantido na Europa. A usina cumpri o que determina a Lei Federal 12.305/2010 - Plano Nacional de Residuos Sólidos e resolve definitivamente o problema do descarte do lixo.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Desenvolvimento de um modelo com metodologias de instalação, gerenciamento de energia e eficiência energética em ambientes hospitalares do Comando da Aeronáutica.

    A contribuição consiste no desenvolvimento de projetos hospitalares para se tornarem modelos em metodologias de instalação, gerenciamento de energia e eficiência energética, visando à busca pela saúde aliada à conscientização e eficiência. O projeto é alinhado à de implantar o Programa de Eficiência Energética (PEE) e disseminar conhecimento a nível institucional do COMAER, em consonância com a Norma Técnica ABNT NBR ISO 50.001, e adequada às diretrizes do Alto Comando. Trata-se da sequência de algumas atividades em desenvolvimento na FAB, entre elas o convênio firmado no segundo PAR PROCEL. O projeto utiliza de recursos humanos de engenharia e técnicos de alto nível da FAB no desenvolvimento do trabalho em 10 hospitais do Comando da Aeronáutica nas cidades de Boa Vista, Belém, Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Canoas e Santa Maria. Entre as atividades planejadas estão a criação de CICE´s especializadas em instalações hospitalares, divididas regionalmente, elaboração de projetos de melhorias e divulgação interna e externa dos resultados, uma das estratégias utilizadas é a elaboração de cartilhas que abre a possibilidade de aplicação em outros órgãos do setor. Com o desenvolvimento deste projeto é possível alcançar benefícios econômicos com a redução de despesas do setor público, envolver a sociedade interna e externa nas ações incorporadas, além de estar alinhados às políticas de sustentabilidade. Este programa é etapa fundamental para a missão do Programa de Eficiência Energética da FAB, pois por se tratar de instalações extremamente específicas e críticas, estas devem ser desenvolvidas de maneira singular.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    APLICATIVO DE AVALIAÇÃO DE CONTAS DE ENERGIA ELÉTRICA USANDO DISPOSITIVOS MÓVEIS

    Na trajetória do SENAI, em constante relacionamento com as indústrias, e no que diz respeito à conta de energia elétrica, o Instituto Senai de Tecnologia (IST) percebeu que na maioria dos casos a fatura chega até a empresa e é entregue ao departamento financeiro para a realização do pagamento, sem efetuar uma análise crítica dos valores cobrados. Afinal, a indústria não pode ficar sem energia elétrica, portanto, paga-se. A fatura de energia elétrica industrial, em função do sistema tarifário brasileiro, é uma verdadeira incógnita para pessoas de fora do setor de Energia. Atribuir a responsabilidade do entendimento e avaliação detalhada dos itens que estão sendo cobrados na fatura ao departamento financeiro das empresas, demandaria a capacitação de profissionais e o aumento das atividades para o setor, além do tempo associado que é necessário para esta ação. Portanto, este Instituto SENAI de Tecnologia em Energia, propõe neste projeto o desenvolvimento de um aplicativo (app) que possa ser baixado nas lojas de apps, de forma gratuita ou não, dependendo do modelo de negócio adotado, instalado em smartphones e tablets, e que seja capaz de realizar uma avaliação da conta de energia elétrica utilizando a câmera do dispositivo para digitalizar a respectiva fatura.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    ELABORAÇÃO DE MATERIAL DE DIVULGAÇÃO EM MÍDIAS SOCIAIS SOBRE REPARO DE MOTORES

    Em 29 de julho último, passou a vigorar a portaria interministerial número 1 de 2017, que dispõem sobre a proibição de venda de motores elétricos trifásicos de indução com rotor gaiola de esquilo no país, com índice de eficiência energética inferior ao estabelecido pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética-CGIEE. Entretanto, em pesquisa realizada pela ICA-PROCOBRE nos anos de 2016 e 2017, identificou um mercado gigantesco de recondicionamento de motores elétricos com rotor gaiola de esquilo, ao todo são mais de 2 milhões de motores elétricos recondicionados/reparados ao ano. (fonte: PUC-RJ/ICA-Procobre). Estas informações ressaltam a necessidade de ações e programas para que as empresas e trabalhadores que recondicionam motores elétricos estejam inseridos no âmbito desta portaria, que ressalta-se ser muito bem-vinda. Desta forma propomos a criação de uma identidade visual que inclua vídeos, imagens, inserções nas mídias sociais, releases, hotsite, etc, que seja capaz de comunicar as necessidades de um reparo bem feito, as perdas decorrentes com reparos inadequados, demonstrar o cálculo básico dos custos de energia com a perda de rendimento pós reparo mal realizado, como avaliar os fornecedores de serviços de recondicionamento, informar sobre as novas portarias e seus índices mínimos de rendimentos, informar sobre as agendas e locais de capacitação, além de informar sobre as ações do GT motores, como temas discutidos no momento e a realização de workshops.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    FORMAÇÃO DE MULTIPLICADORES E IMPLANTAÇÃO DE LABORATÓRIO PARA O CURSO DE REPARO DE MOTORES ELÉTRICOS

    Em 29 de julho último, passou a vigorar a portaria interministerial número 1 de 2017, que dispõem sobre a proibição de venda de motores elétricos trifásicos de indução com rotor gaiola de esquilo no país, com índice de eficiência energética inferior ao estabelecido pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética-CGIEE. Entretanto, em pesquisa realizada pela ICA-PROCOBRE nos anos de 2016 e 2017, identificou um mercado gigantesco de recondicionamento de motores elétricos com rotor gaiola de esquilo, ao todo são mais de 2 milhões de motores elétricos recondicionados/reparados ao ano. (fonte: PUC-RJ/ICA-PROCOBRE). Estas informações ressaltam a necessidade de ações e programas para que as empresas e trabalhadores que recondicionam motores elétricos estejam inseridos no âmbito desta portaria, que se ressalta ser muito bem-vinda. Sendo assim, propomos um programa nacional para a formação de multiplicadores deste curso de reparo de motores para 10 unidades do SENAI distribuídas nas 5 regiões do país. Nessas unidades selecionadas, realizaríamos pelo menos uma turma de formação de multiplicadores regionais.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    GESTÃO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NO SANEAMENTO BÁSICO

    O setor de saneamento básico é, sem dúvida, um setor estratégico para toda a sociedade, já que suas ações impactam diretamente na saúde pública. Levar água tratada e coletar esgoto é fundamental para o desenvolvimento saudável das pessoas, além de refletir em todo o desenvolvimento do país, um desenvolvimento que deve ser sustentável, saudável e eficiente. Sabe-se ainda, que o setor de saneamento enfrente muitas dificuldades para cumprir suas metas de universalização, em especial no fornecimento de água e tratamento de esgoto. Guarulhos por exemplo, umas das maiores cidades da região metropolitana do país, só trata 18% do total do esgoto produzido (fonte: presidente da SABESP em entrevista à rádio CBN). Este projeto propõem uma ação piloto, por amostragem com número sugerido de 40 plantas, em instalações eletrointensivas de tratamento de água e esgoto para determinar, conforme a ISO 50.002 e boas práticas de Eficiência Energética, quais são as oportunidades de melhoria de gestão e eficiência energética que estão presentes em todas, ou seja, são comuns. Após o diagnóstico propor as respectivas ações de melhorias. Também a elaboração de um manual de referência com base nessas ações para que o trabalho passa ser replicado em outras plantas. O projeto também prevê a submissão das ações detectadas nas instalações ao programa PEE, integrando desta forma duas políticas públicas de suma importância.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    LABORATÓRIO DIDÁTICO DE REFERÊNCIA EM REPARO DE MOTORES ELÉTRICOS

    Em 2017, segundo dados fornecidos pela Empresa de Pesquisa Energética, o setor industrial foi responsável por 35,7% do consumo de energia elétrica no Brasil. Os sistemas motrizes são responsáveis por 60% do consumo de energia elétrica dentro desse setor, representando também aproximadamente 26% do consumo total de eletricidade no país. Em 2012 foi realizada a Pesquisa Mercadológica sobre Motores Recondicionados, em uma parceria entre a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e o Procobre / ICA – International Cooper Association, onde estimou que o motor elétrico reparado por meio de procedimentos inapropriados tende a apresentar perdas de rendimento de 8,7% e que, considerando o número global destes equipamentos, a perda de energia estimada foi de 7,1 TWh em 2012. Este significativo desperdício de energia levou o Ministério de Minas e Energia a criar um grupo de trabalho com representantes de diversos setores envolvidos, então diversas ações foram e estão sendo realizadas em várias áreas, como identificação do universo das oficinas de reparo, normalização e conscientização do consumidor, entre outras. Desta forma, propomos a implantação de um laboratório didático modelo para a realização do curso de reparo de motores elétricos, que sirva de plataforma de teste e referência para outros laboratórios didáticos com este fim.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Metodologia para avaliação de impactos regulatórios da Lei 10.295/2001 (Lei de Eficiência Energética)

    O principal mecanismo legal de controle da eficiência energética, de máquinas e aparelhos consumidores de energia fabricados ou comercializados no país, é a Lei 10.295 de 2001, chamada “Lei de eficiência energética”. O objetivo principal dessa Lei foi estabelecimento de um processo para implementação de padrões mandatórios de eficiência energética, baseado em metas progressivas de níveis máximos de consumo específico de energia e mínimos de eficiência energética. Nesse contexto, a presente proposta de projeto pretende contribuir com o desenvolvimento de uma metodologia para estimativa dos impactos decorrentes das regulamentações específicas implementadas no âmbito dessa Lei. Diversos são os aparelhos consumidores de energia elétrica regulamentados pela Lei, até o momento, e a metodologia proposta visa modelar o estoque desses aparelhos considerando fatores macroeconômicos que influenciam a posse, as vendas anuais em função de novas compras e substituições e, também, em função da vida útil e o corresponde sucateamento desses aparelhos. Essa metodologia também deve possibilitar a elaboração de diferentes cenários futuros do consumo de energia elétrica com base em possíveis desenvolvimentos regulatórios da referida Lei. Além de estimar os impactos já gerados e os potenciais impactos futuros em termos de conservação de energia e de redução de emissões de CO2 das regulamentações específicas, essa proposta de projeto também visa gerar subsídios técnicos para apoio a tomada de decisões. Adicionalmente, uma ferramenta otimizada para realizar simulações e análises será desenvolvida e disponibilizada para os interlocutores do setor público.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Procel Indústria

    O Selo Procel identifica os equipamentos com melhor desempenho no mercado, orientando os consumidores sobre quais tem o melhor rendimento energético e assim promovem a economia de energia. Como exemplo há os sistemas de bombeamento e ventilação, que possuem um uso em alta escala na indústria e que muitas vezes operam com atuadores mecânicos que tem por princípio inserção de perda de carga (válvulas e dampers) para controle do processo. Por mais eficiente que sejam os motores e as bombas destes sistemas, há ocorrência de desperdícios de energia. É a situação usual na indústria brasileira que via de regra opta pela instalação menos onerosa na aquisição em detrimento dos custos ao longo da vida útil dos equipamentos, que são os que efetivamente impactam. A proposta é pesquisar o potencial de soluções econômicas para sistemas de bombeamento e ventilação, em que não apenas os equipamentos sejam eficientes, mas que operem de forma conjunta e busquem o melhor desempenho possível de forma autônoma.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Programa de concessão de bônus para substituição de motores elétricos antigos por novos mais eficientes

    Segundo dados do BEN (2018), cerca de 37,7% de toda energia elétrica da matriz nacional é consumida na Indústria, sendo os motores elétricos responsáveis por cerca de 68% desse total. No entanto, ao observar os projetos concluídos no ano de 2018 no Programa de Eficiência Energética da ANEEL – PEE, nota-se que a participação da indústria é de 7,23% do valor disponibilizado. Sensível à grande oportunidade em motores elétricos na indústria, a ANEEL publicou em 2015 a “Chamada nº 002/2015 Projeto Prioritário de Eficiência Energética - Incentivo à Substituição de Motores Elétricos Promovendo a Eficiência Energética no Segmento de Força Motriz” com o intuito de incentivar a troca de motores e reduzir a prática de recuperações recorrentes. As distribuidoras em Dez/2018 contabilizavam em caixa, na chamada Conta Selic, o valor de R$1,92 bilhões. Boa parte desses recursos acumulados está em estados com alto índice de industrialização, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. No entanto, o PEE é regulado pela ANEEL e executado pelas distribuidoras, e sendo assim é uma ação decentralizada. A proposta é repetir a experiência exitosa de troca de motores com bônus, utilizando parte do recurso disponível na chamada conta Selic, aproveitando a experiência exitosa da CELESC com uma abrangência nacional, tendo o Procel como grande provedor do programa.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Programa de incentivo à substituição de motores elétricos obsoletos por mais eficientes, detentores do Selo Procel, por meio de um bônus.

    Segundo dados do BEN (2018), cerca de 37,7% de toda energia elétrica da matriz nacional é consumida na Indústria, sendo os motores elétricos responsáveis por cerca de 68% desse total. No entanto, ao observar os projetos concluídos no ano de 2018 no Programa de Eficiência Energética da ANEEL – PEE, nota-se que a participação da indústria é de 7,23% do valor disponibilizado. Sensível à grande oportunidade em motores elétricos na indústria, a ANEEL publicou em 2015 a “Chamada nº 002/2015 Projeto Prioritário de Eficiência Energética - Incentivo à Substituição de Motores Elétricos Promovendo a Eficiência Energética no Segmento de Força Motriz” com o intuito de incentivar a troca de motores e reduzir a prática de recuperações recorrentes. As distribuidoras em Dez/2018 contabilizavam em caixa, na chamada Conta Selic, o valor de R$1,92 bilhões. Boa parte dessse recursos acumulados está em estados com alto índice de industrialização, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina. No entanto, o PEE é regulado pela ANEEL e executado pelas distribuidoras, e sendo assim é uma ação decentralizada. A proposta é repetir a experiência exitosa de troca de motores com bônus, utilizando parte do recurso disponível na chamada conta Selic, aproveitando a experiência exitosa da CELESC com uma abrangência nacional, tendo o Procel como grande provedor do programa.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Eficiência energética no saneamento por meio de normativos

    De acordo com Caderno temático de Perdas de Água e Eficiência Energética do Plano Nacional de Saneamento (PLANSAB) prevê-se um consumo de energia nos serviços de distribuição de água de 14,7 TWh em 2033, porém atuando-se nas seguintes tipologias de medidas de eficiência energética o consumo de energia poderá ficar próximo do registrado em 2003, com um valor de 7,6 TWh: 1) Redução de consumo de água no usuário final; 2) Redução de perdas de água nos sistemas de distribuição; 3) Melhoria da eficiência eletromecânica em sistemas de bombeamento; 4) Melhoria da confiabilidade da informação para gestão aprimorada. As normas técnicas são instrumentos fundamentais e efetivos para a implantação de melhorias relacionadas a perdas e eficiência energética. A elaboração e/ou revisão de normas técnicas contribui diretamente para reduzir os custos dos seguintes indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS): • redução de consumo de água pelo usuário final (l./hab./dia); • redução de perdas reais de água na distribuição (l./dia/lig.); • melhorias na operação de estações elevatórias e disposição de infraestruturas (kWh/m3 água produzida). Esta proposta prevê o financiamento para elaboração ou revisão de normas técnicas visando a redução de perdas e melhoria da eficiência energética no setor de saneamento básico no Brasil.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Governança da Rede LENHS

    Com recursos do primeiro PAR Procel foi contratada consultoria técnica especializada para elaboração do Plano Diretor de Negócios e Gestão (PDNG) da Rede Nacional de Laboratórios de Eficiência Energética e Hidráulica em Saneamento – Rede LENHS, frente às demandas atuais e futuras, no horizonte 2018/2030 (12 anos). O PDNG objetivou a definição de posicionamento estratégico e a determinação de diretrizes para o funcionamento da Rede LENHS nos próximos anos. Nesta proposta, pretende-se implementar uma nova governança da Rede LENHS, atendendo as diretrizes definidas no PDNG elaborado. O plano definiu três momentos, divididos por quadriênios, sendo necessário, no primeiro, que a Rede LENHS inicie suas operações com um foco em clientes atualmente atendidos pela Rede, oferecendo serviços os quais a estrutura atual é capaz de prestar, guardada a remodelagem proposta no novo organograma, em que a prestação de serviços é de responsabilidade da estrutura de mercado da Rede. Ademais, a estrutura de pesquisa e ensino poderá dar o suporte necessário à realização dos serviços de alto valor agregado através da transferência de conhecimento gerado pela própria Rede aos líderes de projeto e equipes de projeto, bem como recomendar corpo técnico formado.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Programa de Eficiência Energética e Sustentabilidade para Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (“PEES”)

    Tanto a hotelaria quanto a gastronomia brasileiras são extremamente heterogêneas e estabelecimentos menores ainda são maioria. Tais empresas necessitam da criação de diferenciais competitivos, porém, poucos são os proprietários de micro, pequenos e médios estabelecimentos que conhecem as vantagens econômicas oriundas do investimento em ações de sustentabilidade. Em arremate, aqueles que conhecem as vantagens finais e nelas desejam investir, sofrem com a alta percepção de risco que a pouca disseminação de tais ações no mercado ocasiona: desconhecem o sistema de contratação por desempenho (ou performance) de fornecedores de soluções de eficientização e, via de consequência, desconhecem o fato de que o sistema de economias compartilhadas permite, em muitos casos, a contratação de tais soluções sem qualquer desembolso por parte do consumidor. Assim nasceu o Programa de Eficiência Energética e Sustentabilidade para Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (“PEES”), que levará o empresário e os estudantes do ensino técnico e superior a conhecerem as vantagens competitivas decorrentes da adoção das práticas adequadas em geração e uso consciente de energia, por meio de um complexo arcabouço de ações e instrumentos, cujos principais são: (i) desenvolver e testar modelo de negócio financeiramente viável, que se mostre suficiente para para estimular os proprietários de estabelecimentos a investirem nas soluções de sustentabilidade abarcadas pelo PEES; (ii) criar materiais didáticos de distribuição pública, que disseminem o conhecimento em sustentabilidade energética - incluindo modelo de negócios viável, informações sobre forma e fontes de financiamento de projetos, instrumentos jurídicos e metodologias técnicas padronizados e chancelados por instituições de renome no País; (iii) implementar um sistema informatizado, que viabilize o acesso público a tais informações e, assim, estimule os investimentos privados em uso e geração sustentáveis de energia no setor de serviços.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Adequação do Regulamento e Reposicionamento do Selo Procel

    Por meio de recentes debates realizados em Seminários e Workshops, diversas instituições vem manifestando a necessidade de estabelecimento de um novo modelo regulatório relacionado à qualidade, à segurança e ao desempenho de produtos comercializados no Brasil. Por esse motivo, faz-se necessário um estudo acerca arcabouço legal e mercadológico que afetam a atuação do Programa do Selo Procel, com vistas a investigar necessidades de adequações nos regulamentos do programa e promover seu reposicionamento, inclusive fortalecendo sua sinergia com o Comitê Gestor de Indicadores de Eficiência Energética (CGIEE), no âmbito da Lei 10.295/2001, a Lei de Eficiência Energética. Esse reposicionamento inclui uma sólida revisão do regulamento geral do Selo Procel, assim como dos seus regulamentos específicos no que concerne aos equipamentos e às edificações, conforme regulamentados no âmbito da Lei de Eficiência Energética, inclusive com aquisições de equipamentos para realização de ensaios laboratoriais para levantamento de dados técnicos de equipamentos e edificações. Ações nesse sentido vêm sendo conduzidas desde o primeiro Plano de Aplicação de Recursos do Procel, notadamente nos projetos: Pesquisa de Posse de Equipamentos e Hábitos de Uso; Acompanhamento do Mercado de Equipamentos com Selo Procel, Etiquetados ou Regulados pela Lei de Eficiência Energética; Desenvolvimento de Metodologia de Ensaios para Condicionadores de ar; Programa de Ensaios de Proficiência por Comparação Interlaboratorial; Pesquisa de Mercado sobre Equipamentos Consumidores de Energia Elétrica; e Pesquisa de Percepção do Selo Procel. Esse portfólio de projetos executados ou em execução no campo de ação do Selo Procel trarão subsídios importantes para o projeto de adequação do regulamento do Selo Procel, projeto esse que se insere como continuidade de ações em andamento nos planos de aplicação de recursos do Procel.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Desenvolvimento de plataforma online para facilitação e expansão do uso do PBE Edifica como ferramenta de projeto e como base de dados

    Propõe-se o desenvolvimento de uma plataforma online para o PBE Edifica, com as seguintes funcionalidades: 1. Interface amigável e moderna que permita ao usuário testar diferentes possibilidades e estratégias de eficiência em seu projeto, e visualizar em tempo real tanto o resultado da sua etiqueta quanto a economia de energia prevista, usando a metodologia do PBE Edifica. Esta funcionalidade é gratuita e serve como ferramenta de projeto para os projetos, arquitetos, empreendedores e demais envolvidos. 2. Gerenciamento do próprio processo de etiquetagem de um edifício, incluindo busca, seleção e contratação de OIAs; inserção de dados e plantas do projeto; submissão do projeto para etiquetagem PBE Edifica; acompanhamento das avaliações e esclarecimentos necessários; e obtenção da etiquetagem. Formulários específicos seriam desenvolvidos para facilitar a inserção de dados conforme a nova metodologia. Esta funcionalidade é paga, pois faz parte do próprio processo de etiquetagem. 3. Criação de base de dados contendo as informações de todos os edifícios submetidos para etiquetagem. O PBE Edifica necessariamente coleta dados de todos os prédios etiquetados, o que gera um alto potencial para começar um processo de caracterização do estoque de edifícios brasileiros com uma diversidade de informações, potencial este que hoje em dia não é aproveitado. A plataforma e base de dados deveriam estar operacionais antes de o PBE Edifica se tornar compulsório, para poder coletar e gerar dados em massa dos edifícios que passarão a ser etiquetados, gerando informações que atualmente são muito escassos no Brasil.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    CENTRO DE REFERÊNCIA EM SMART ENERGY

    O Centro de Referência em Smart Energy da Universidade Federal Fluminense, localizado na Cidade de Niterói foi concebido para atender os desafios tecnológicos provenientes do grande aumento da aplicação da tecnologia digital nos sistemas de fornecimento de energia elétrica, também conhecida como quarta geração ou Smart grid, são caracterizadas pela aplicações de equipamentos digitais, de telecomunicações, de sensoriamento e operação remota, de tecnologia da informação. A relevância deste cenário foi impulsionada pelas Resoluções Normativas nº 482 e nº 517 do ano de 2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica que estabelecem as condições para acesso de microgeração e minigeração distribuída aos sistemas de distribuição de energia elétrica. O presente projeto pretende atuar nas áreas de: Smart Grid, Energia Renováveis, Transportes, Sistemas Subsea, Armazenamento de Energia, Smart Systems, Eficiência Energética, Tecnologia da Informação e Certificação e Desenvolvimento de produtos na área de iluminação e telecomunicações.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Tecnologia da Informação para promoção de soluções para o Procel

    O primeiro PAR do Procel iniciou-se em 2017 e promoveu a aplicação de R$ 71 milhões em ações de eficiência energética estruturantes na indústria, em edificações, no saneamento ambiental e na iluminação pública. Em vigência desde 2018, o segundo PAR está executando um orçamento de cerca de R$ 140 milhões. Para atender a demanda e a necessidade crescente de melhoria dos serviços prestados, de desenvolvimento dos projetos e de transparência e benefícios à sociedade, ferramentas de controle e automação dos processos são fundamentais para operacionalização do programa. Portanto, investimentos em serviços especializados de tecnologia da informação são necessários para a implementação de soluções de suporte, controle, gestão, melhoramento dos processos e tratamento dos dados de modo a alavancar os resultados finais do programa. Além disso, permite o desenvolvimento de soluções de computação específicas para as atividades de eficiência energética, que poderão ser compartilhadas com toda a sociedade.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Programa de substituição de matriz energética de modais de transporte de fretamento contínuo

    A experiência do ônibus elétrico existe tanto em nível nacional como em outros países. A UFSC possui um ônibus urbano que realiza viagens de até 260 km/dia, tendo rodado mais de 100.000 km, enquanto a BYD já possui experiência com protótipos rodando com autonomia máxima de 250 km no Brasil. Entretanto não há experiências que demonstrem a utilização deste tipo de transporte de grandes passageiros para viagens de fretamento contínuo que poderiam ser associadas à estruturas de recarga em paradas obrigatórias. Além disso a possibilidade de criação de pontos de recarga nas paradas obrigatórias abre um novo segmento de negócios aplicado aos estabelecimentos em que as paradas são realizadas. Para aumentar a autonomia do ônibus será utilizado uma integração de placas fotovoltaicas e um sistema de aproveitamento da ação mecânica do eixo para geração elétrica por meio de ímãs de neodímio e volante de inércia com a produção de corrente contínua por meio de um dínamo. Com isso, o projeto possui objetivo de desenvolver e aplicaçar um sistema fotovoltaico acoplado a um sistema de gestão energética para aumento de autonomia dos modais de transporte de fretamento contínuo

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    SELO PROCEL INDÚTRIA (PROGRAMA DE ETIQUETAGEM PARA INDÚSTRIA)

    Conforme Balanço Energético Nacional de 2017, a indústria é o principal consumidor de energia elétrica do país sendo responsável por 31,5% de todos consumo, seguido pelo setor residencial com 21,4%. As previsões atuais apontam que os projetos voltados à Eficiência Energética possuem um potencial de impacto nos setores industriais e comerciais até 2030 equivalente à: Economia de 95 EJ de energia primária; Redução de U$ 600 bilhões com gastos com energia; Redução de 6,5 MM ton CO2; Dentre as ações do PROCEL, destaca-se a concessão do Selo Procel desde 1993 aos equipamentos mais eficientes energicamente e amigáveis ao meio ambiente e desde 2014 às edificações que apresentem as melhores classificações de eficiência energética em uma dada categoria, sendo oportuno o desenvolvimento de um programa de etiquetagem para a indústria. Propomos o desenvolvimento do SELO PROCEL possibilitará o setor industrial atingir um novo patamar de eficiência energética, incluindo: - Identificar os Usos Significativos de Energia Típicos (USE) de cada um dos principais setores industriais; - Identificar as variáveis relevantes e seus impactos nos USE’s; - Desenvolver a Metodologia de avaliação e classificação do desempenho energético das indústrias de acordo com os setores industriais a que pertencem; - Desenvolver uma plataforma WEB com o algoritmo para avaliação prévia de eficiência energética da indústria e benchmarking por setor; - Estabelecer um Selo de Eficiência Energética para indústrias - Auditado;

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Modelo de Certificação Energética Predial

    A proposição de um Modelo de Certificação Energética Predial que, na sua concepção, envolve gestores municipais, agentes setoriais e consumidores, para diferenciar unidades prediais certificadas tem como finalidade alavancar as ações do Procel Edifica, por meio da criação de um Sistema Nacional de Emissão de Certificados Energéticos para Edifícios ou Unidades Autônomas, mediante inspeção técnica credenciada, que se traduz na aferição do desempenho energético do imóvel, classificando-o numa escala referencial, nos mesmos moldes do Programa Brasileiro de Etiquetagem – PBE, A Certificação Energética Predial busca, no seu escopo de atuação, diferenciar as unidades prediais, fomentar o mercado qualificado, promovendo medidas de melhoria no nível do desempenho e do conforto, numa caracterização das oportunidades que podem ser adotadas de forma a que as edificações sejam mais eficientes, destacando as de maior viabilidade e benefícios econômicos para o imóvel. A Certificação Energética Predial será um diferencial que também tem como objetivo atender todos os edifícios novos e as edificações existentes, na fase de celebração do respectivo contrato de venda ou no processo de locação, como principal ferramenta para avaliação do desempenho energético dos imóveis.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    DEMONSTRADOR (LABORATÓRIO) DE SMART GRID

    Atualmente as redes de distribuição de energia participam pouquíssimo das revoluções tecnológicas em andamento, em especial, a revolução da inteligência artificial, promovida por tecnologias como Watson e Mindsphere, e da 4ª Revolução Industrial. Entretanto, as alternativas para diminuir este gap tecnológico já estão em desenvolvimento ou até em funcionamento em alguns sandbox realizadas por iniciativas isoladas de algumas concessionárias de distribuição de energia e institutos de pesquisa. Além da baixa tecnologia aplicada às redes de distribuição, este setor já está sendo demandado a suportar novas tecnologias, como a geração distribuída solar fotovoltaica, e outras que estão à nossa porta, como o armazenamento de energia e a mobilidade elétrica. Desta forma, este Instituto SENAI de Tecnologia em Energia propõe a construção de um “demonstrador de tecnologia” em escala real, inclusive utilizando o nosso pátio didático de distribuição, de uma Smart Grid que possa integrar as tecnologias habilitadores e ser utilizado como plataforma de testes por todas as concessionárias, como plataforma de demonstração de tecnologias por fabricantes diversos e para a formação de pessoas nas novas profissões que surgirão com o advento das Smart Grids, dentre as quais pode-se citar o Eletricista de Redes Inteligentes.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Modelo integrado para apoio na elaboração da projeção de demanda considerando cenários de eficiência energética e planejamento da geração

    Na definição de políticas públicas de eficiência energética nos diversos setores, é essencial comparar o cenário induzido por tais políticas e o cenário autônomo, que considera apenas o movimento tendencial do consumidor final de energia, incluindo contribuições, tais como a reposição tecnológica natural devido ao término da vida útil de equipamentos, os efeitos de políticas, programas e ações de conservação já em prática no país. Os modelos hoje adotados no planejamento da expansão no Brasil não são capazes de captar tais diferenças, uma vez que grande parte da modelagem considera modelos top-down ou do consumo por classe de forma agregada. Em alguns casos, no setor residencial, por exemplo, são considerados nos modelos de previsão da expansão uma abordagem “semi bottom-up”, por considerar em parte a posses e hábitos dos consumidores deste setor. Na modelagem bottom-up da demanda de energia per se, são considerados no detalhe não somente as posses e hábitos dos consumidores no setor residencial, mas também sua capacidade de investir em equipamentos mais eficientes. Simplificações parecidas são realizadas nos setores Terciário e Industrial. Esta metodologia é muito mais difícil de ser implementada, pois requer um volume vultoso de dados, mas, por outro lado, qualquer política pública adotada, pode ser facilmente avaliada, podendo contribuir para a análise de impacto regulatório de tal política. No caso desta metodologia, é importante que esteja integrada ao planejamento da expansão energética, através de modelos matemáticos. Esta modelagem é feita através de curvas de difusão tecnológica que modelam as preferências dos consumidores de energia elétrica entre pagar uma tarifa mais cara ou investir em um equipamento mais eficiente. Por fim, dado uma política de eficiência energética específica, é possível simular o impacto desta na demanda de energia elétrica, uma vez que as simulações podem ser feitas por uso final.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Mecanismos de Financiamento para Alavancar Projetos de Eficiência Energética e Geração Distribuída

    O Procel, a convite da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), faz parte do Grupo de Trabalho (GT) de Finanças Verdes do Laboratório de Inovação Financeira (LAB), que é um projeto conjunto da ABDE, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) com o intuito de fomentar a criação de instrumentos de investimento e de estruturas financeiras que maximizem a alavancagem do setor privado. A participação do Procel se restringe às ações de eficiência energética, priorizando o setor industrial, tendo como principal desafio o desenvolvimento de projeto piloto para alavancar mecanismos de financiamento por meio de bancos, instituições de financiamento e agências de fomento, que permita a difusão dos conceitos de eficiência energética e soluções sustentáveis no setor de energia em empresas privadas.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Aplicativo para predição de consumo de energia elétrica em edificações multifamiliares

    Mundialmente o setor de edificações supera, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA), os 40% do consumo total de energia primária em alguns países. Dado similar é apresentado pelo IPCC em seu relatório de 2014, onde atribui-se ao setor de edifícios 32% do consumo global de energia, 19% das emissões de gases de efeito estufa e 51% do consumo de eletricidade. No Brasil o setor de edificações, onde segundo a distribuição considerada no Balanço Energético Nacional, é composto pelos setores residencial, comercial e público, totalizou em 2018 267.482 GWh o que corresponde a 50,0% do consumo total de eletricidade, o que torna tal setor o maior consumidor de eletricidade no Brasil. Somente o setor de edifícios, objeto do presente projeto, consumiu em 2018 133.976 GWh correspondendo a 24% do consumo de eletricidade em nível nacional (Balanço Energético Nacional – Relatório Síntese – 2019). Assim identificar padrões de consumo de energia em edificações residenciais, dadas suas características como localização geográfica, padrão de renda da família, número de habitantes, tipologias construtivas como número de pavimentos, elevadores e equipamentos instalados, pode ser de suma importância para comparar o consumo esperado com o consumo observado. Nesse contexto, o projeto objetiva desenvolver um aplicativo para predição de consumo de energia em edificações multifamiliares, tanto para áreas comuns como unidades autônomas, o que possibilita a identificação de edificações ineficientes. É esperado com o projeto a atuação como ferramenta de suporte aos usuários, o que pode possibilitar investimentos em renovação tecnológica, ou mesmo alterações nos hábitos de uso dos usuários no sentido de promover economia de energia.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Manual de melhores práticas de eficiência energética no segmento industrial siderurgia no Brasil

    De acordo com balanço energético nacional, o setor industrial consumiu 200.885 GWh de eletricidade em 2018, representando 38% do total consumido no Brasil. O segmento de ferro gusa e aço consumiu 19.062MWh em 2018, o que representa aproximadamente 10% desse total. Neste contexto, o projeto visa elaborar um manual de melhores práticas em eficiência energética para segmento industrial siderurgia no Brasil, visando promover a capacitação e disseminação de informação para promover assim ações de conservação de energia elétrica. O segmento de siderurgia é responsável por aproximadamente 4% do produto interno bruto (PIB) no Brasil, sendo que ganhos de eficiência energética representam ganhos de competitividade internacional. Ganhos de eficiência energética representam ganhos econômicos, ambientais e sociais, com a criação de empregos diretos e indiretos no país.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    DESENVOLVIMENTO DE INCUBADORAS PARA OVOS COM TECNOLOGIA DE BOMBAS DE CALOR.

    Segundo o Ministério da Agricultura, nas últimas três décadas, a avicultura brasileira tem apresentado altos índices de crescimento. Seu bem principal, o frango, conquistou os mais exigentes mercados. O País se tornou o terceiro produtor mundial e líder em exportação. Fatores como a qualidade, sanidade e preço contribuíram para aperfeiçoar a produtividade do setor. O Brasil buscou modernização e empregou instrumentos como o manejo adequado do aviário, sanidade e alimentação balanceada, melhoramento genético e produção integrada. A parceria entre indústria e avicultores também contribuiu para a excelência técnica em todas as etapas da cadeia produtiva. A redução do consumo de energia elétrica é o principal desafio para redução de custos para os produtores de pintos, uma vez que as incubadoras ficam ligadas à rede elétrica durante vinte e quatro horas diárias durante 21 dias, que é o período completo de incubação. Atualmente são utilizados sistemas de aquecimento puramente resistivos, isto é, a grosso modo 1 W de energia elétrica transformada em 1 W de calor. As incubadoras são equipadas com lâmpadas incandescentes de 100 W e resistores de aquecimento em média 200 W para aquecimento das bandejas de água de umidificação do ambiente interno. Quanto menor o consumo de energia, e, mais eficazes e precisos os controles de temperatura, umidade e ventilação, maior será a produtividade da incubadora. É possível melhorar a eficiência energética das incubadoras, com aplicação de novos materiais, dispositivos de controle e especialmente outros sistemas de conversão de energia elétrica em energia térmica, além do reaproveitamento de energias que hoje são desperdiçadas. A tecnologia de aquecimento alternativa à tecnologia resistiva utilizada atualmente é a utilização de bombas de calor para substituir resistores, diminuir o consumo elétrico, aumentando a eficiência energética do projeto.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Contribuições ABRACE à Consulta Pública nº 81/2019 - 3º PAR Procel

    Contribuição ABRACE à Consulta Pública nº 81/2019 - Chamada pública de propostas de projetos (3º PAR Procel).

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Calibração dos resultados das pesquisas de posses hábitos no setor residencial pela medição inteligente desagregada da carga

    A pesquisa de posses hábitos (PPH) surgiu de uma necessidade do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL) de conhecer melhor o perfil de consumo e as posses e hábitos dos consumidores brasileiros. A primeira PPH em âmbito nacional teve a coordenação da Eletrobras, por meio do PROCEL, e foi realizada em 1988. Em seguida, entre 1997 e 1998 e depois nos anos de 2004 a 2005 foram realizadas pela Eletrobras/PROCEL e pela PUC-Rio a segunda e a terceira PPH, respectivamente. Ultimamente, foi realizada pela Eletrobras/PROCEL a quarta PPH entre os anos de 2018 e 2019. Muitas vezes as estimativas das curvas de cargas diárias e consumo mensal dada pela PPH não traduzem bem a realidade do consumo real de uma determinada região ou faixa de consumo, mesmo tendo sido conduzidas pesquisas bem-feitas, erros são encontrados devido às incertezas atreladas aos processos de coleta e de processamento dos dados e algum fator de correção é necessário para se aproximar a curva real de um determinado cliente (curva medida com medidores inteligentes) com a curva estimada através da PPH. O objetivo deste projeto é, portanto, melhorar as estimativas das curvas de cargas realizadas a partir das PPHs, através da estimação de índices de correções horários aplicados às curvas de carga estimadas. Para se alcançar o objetivo proposto, serão feitas medições eletrônicas em uma amostra de consumidores entrevistados na última PPH de 2018 a 2019, objetivando estimar fatores de correção que melhorem os resultados das estimativas de curva de carga estimadas a partir desta PPH. De posse destes resultados, os planejadores do setor energético terão uma curva de carga dos consumidores residenciais mais próxima possível da curva real e que subsidiará a definição mais correta das políticas públicas de eficiência energética de equipamentos adotadas pelo governo.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Piloto para implantação de equipamentos para gestão da demanda

    A busca pela modicidade tarifária deve ser uma das principais premissas dos órgãos reguladores e das concessionárias de energia, devido aos custos relativos a energia elétrica, praticados atualmente para os diversos segmentos econômicos, impactarem significativamente esses consumidores. Neste contexto, a gestão da demanda é uma ferramenta que pode ser adotada para garantir o equilíbrio entre a oferta e a demanda de energia, tanto pela atuação das concessionárias na operação e na gestão dos ativos, como também pela conscientização dos consumidores em utilizar a energia elétrica de forma mais eficiente. Sua atuação se dá no longo prazo, seja adotando ações de eficiência energética através de retrofits de sistemas energéticos por similares de maior eficiência ou até mesmo pela adoção das boas práticas operacionais e de manutenção, seja pela inclusão de aspectos operacionais de curto prazo, característicos da resposta a demanda (controle sazonal/horário, peak sheaving), etc.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE BEBEDOUROS REFRIGERADOS POR COMPRESSÃO, COM UNIDADE CONDENSADORA SPLIT ADAPTADA, EM COMPARAÇÃO COM SISTEMAS COM REFRIGERAÇÃO TIPO ELETRÔNICA

    Será abordado dentro do conceito genérico de desenvolvimento sustentável neste projeto, a sustentabilidade energética, com novas tecnologias (ou processos) sem sacrificar os recursos naturais no futuro. Trata-se da otimização do consumo de energia, com vantagens do ponto de vista econômico e ambiental. Neste projeto será desenvolvido a eficiência energética nos bebedouros refrigerados por compressão de vapor de fluido refrigerante. Dentro do campo de sistemas de bebedouros serão levantadas as capacidades de armazenamento de água, os respectivos consumos de energia elétrica pelo sistema, e a relação consumo de energia por volume de água refrigerada. Os dados técnicos de relevância para o comparativo entre os bebedouros serão resumidos em banco de dados de informações. Paralelamente será realizado um projeto de um bebedouro adaptado com uma condensadora Split, e construído um protótipo, baseado nos dados de projeto para comprovar a eficiência energética que é o nosso objeto principal deste projeto. Pela análise dos dados comparativos, conjuntamente com o referencial teórico que será estudado, será possível atingir o objetivo deste projeto, evidenciando-se vantagens e desvantagens de casa sistema de refrigeração. No desenvolvimento deste tema serão abortados conceitos de sustentabilidade, eficiência energética, qualidade da água, e legislações que envolvem o uso de bebedouros de água potável para o consumo humano, bem como a pesquisa do funcionamento dos tipos que são os mais comuns para refrigeração em bebedouros de água potável. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho é comprovar a maior eficiência energética de um bebedouro com refrigeração por compressão de vapor de gás refrigerante, em comparação com bebedouros com sistema de refrigeração eletrônica (termoelétrica).

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Capacitação, Certificação CMVP e Desenvolvimento de planos de M&V em saneamento

    Muitos investimentos em eficiência não são realizados com recursos próprios pelo fato de não haver segurança nas previsões das economias geradas. Espera-se que a difusão da abordagem do PIMVP irá alavancar os investimentos com origem em recursos próprios e não subsidiados (PEE). Esta proposta prevê a realização de treinamentos com certificação CMVP (Certified Measurement and Verification Professional) do Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance (PIMVP), para atuar no setor de saneamento básico no Brasil. A certificação é realizada por entidades credenciadas na EVO (Efficiency Valuation Organization), no entanto as taxas de reprovação são bastante elevadas. O intuito dessa proposta inclui realizar um curso prévio e certificação por entidade credenciada, aumentando assim as taxas de aprovação no exame. Atualmente existem apenas 190 profissionais no Brasil com certificado na metodologia do Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Performance (PIMVP) dentro do período de validade. Os efeitos econômicos e ambientais de profissionais CMVP são crescentes, principalmente em um contexto onde o desconto de energia do saneamento está sendo eliminado e os preços de energia estão aumentando, fazendo com que a fronteira econômica de projetos de eficiência seja mais atrativa.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    AVALIAÇÃO DE PROGRAMAS DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NA ESCALA DAS CIDADES

    O programa PBE Edifica completará quase uma década de atuação no país, apesar disso ainda são poucas as informações para etiquetagem e certificação de edifícios comerciais em uso. O Projeto DEO da Eletrobras tem como objetivo realizar um benchmarking de consumo de energia em uma série de tipologias, tais como agências bancárias, hotéis, escolas, hospitais, postos de saúde, supermercados, entre outros, porém o consumo de energia e a eficiência ficam sempre restritos ao ambiente construtivo de cada edificação. O Laboratório Nacional de Energias Renováveis dos EUA (NREL), publicou em 2019 um estudo de caso para a cidade de Nova Iorque que busca identificar o consumo de energia e a eficiência de blocos de edifício, avaliando assim políticas públicas de grande escala. O documento, chamado de Preparing for a City-Scale Building Energy Upgrade Analysis: A Case Study for New York City, que pode ser traduzido por Preparação para atualização de uso de energia na escala de uma cidade: estudo de caso da cidade de NY, usa de simulações energéticas calibradas com diagnósticos energéticos e informações setoriais para avaliar consumo de energia de subsetores comerciais. As informações obtidas permitem a criação de metas de consumo de energia e a construção de políticas mais focadas e eficazes para redução deste consumo, bem como auxiliam na captação e gestão de investimentos sobre o tema. O levantamento permitirá aumentar a eficácia dos programas de eficiência em uma escala até então não avaliada, potencializando as reduções de consumo de energia, da demanda contratada e das emissões de gases de efeito estufa. O projeto se torna hoje viável por conta dos avanços do Projeto DEO e dos resultados já existentes para os benchmarks das edificações não residenciais desenvolvidas pelo CBCS.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Metodologia para identificação e classificação de projetos de eficiência energética no setor industrial

    A competitividade das indústrias deve ser aumentada e uma das formas de alcançar esta condição é relacionada com a redução dos seus custos estruturais e de produção. Uma das formas de redução dos custos com energia é obtido por meio de ações de eficiência energética, pois este insumo configura-se como um relevante componente do custo industrial. Há várias ações possíveis cujo objeto é elevar os níveis de eficiência energética, contudo, algumas demandam vultosos investimentos de ordem material e humana. Por outro lado, é possível também praticar ações com menor nível de investimento e retorno temporal menor. Dentro deste contexto, a proposta do presente projeto é desenvolver uma metodologia para o Tomador de Decisão identificar e classificar ações de eficiência energética com o propósito de escolher a ordem de implementação das ações com vistas ao atendimento de critérios selecionados, tais como: potencial de redução no consumo de energia, duração, investimento, nível de recurso humano, nível tecnológico, exequibilidade etc. Com base na identificação e classificação das possíveis ações de eficiência energética que poderão ser implementadas no sítio, planta ou processo industrial o planejamento das ações poderão ser implentadas de modo a maximizar os ganhos e minimizar o nível de investimentos.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Aprimorar e ampliar as atividades e divulgação do Selo Procel com foco nos equipamentos utilizados dos consumidores residenciais

    A partir do propósito do Procel, mencionado no contexto, de auxiliar a escolha e compra de equipamentos mais eficientes, e alinhado com a discussão sobre os níveis mínimos de eficiência energética dos equipamentos, o Projeto em questão objetiva melhorar a gestão e ampliar a compreensão dos consumidores do Programa do Selo Procel. Neste Projeto, o Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, como uma associação de consumidores que atua nacionalmente, ficaria como ponto focal para a aquisição dos equipamentos, escolha dos laboratórios e acompanhamento dos testes. Sendo que, desde o princípio, estruturará um Plano de Comunicação que contemple a percepção do consumidor com relação ao selo bem como de divulgação do Projeto realizado, podendo ser replicado para outros equipamentos.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Sistemas de Gestão de Energia em Edifícios Públicos com ênfase em Benchmarks e Etiquetagem ENCE PBE Edifica

    O CBCS tem em curso três projetos que se alinham com o potencial de engajamento dos municípios e a possibilidade de influência entre eles. Para enfrentar os desafios e barreiras indicados pelos administradores públicos municipais no que tange a eficiência energética de suas edificações, o CBCS propõe estruturar, instrumentalizar e capacitar a administração pública a alcançar melhores níveis de eficiência em suas edificações, por meio do uso de benchmarks de consumo, dos processos de etiquetagem PBE Edifica e de metodologia para a gestão da oferta e demanda de energia. Para tanto, propõe: 1. Organização sistemática dos dados de consumo energético pelos edifícios públicos, dando visibilidade aos mesmos e subsidiando seu planejamento das medidas de eficiência energética. 2. Organização de diretrizes e termos de referência para a contratação de projetos, materiais, equipamentos e serviços necessários tanto à construção de novas edificações e à realização de intervenções e reformas, quanto à gestão do uso, operação e manutenção das edificações existentes, tendo como premissa conceitos e critérios contidos em documentos como os regulamentos técnicos dos processos de etiquetagem ENCE PBE Edifica e os normativos como a ISO 50.001. 3. Enriquecimento da plataforma Cidades Eficientes já existente, divulgando boas práticas gerenciais e operacionais, além de instrumentos institucionais e legais já adotados por municípios brasileiros, servindo de exemplo para a promoção da participação e da articulação nas diversas estruturas de governança encontradas nas cidades. 4. Promoção e realização de programas para a capacitação de agentes públicos na gestão da oferta e demanda de energia elétrica nos edifícios públicos, utilizando ferramentas e instrumentos disponíveis e em desenvolvimento, especialmente a nova instrução técnica para o processo de etiquetagem PBE Edifica, as diretrizes para a implementação de sistemas de gestão de energia cf. ISO 50.001 e a plataforma DEO do CBCS.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    PROJETO DE UMA BOMBA DE CALOR COM APROVEITAMENTO DE ENERGIA SOLAR

    A bomba de calor é uma excelente alternativa para aquecimento de água, principalmente pela possibilidade de obtenção de COP bastante alto na comparação com chuveiros elétricos, alternativa mais comum para aquecimento de água residencial no Brasil. O Brasil tem sua matriz energética baseada na eletricidade, oriunda de usinas hidrelétricas, as quais também são alvos de ativistas ambientais. Uma pesquisa de mestrado apresentada à Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (Feec) confirmou as estimativas de órgãos governamentais sobre o consumo do chuveiro elétrico como formador do horário de pico do setor residencial, com impacto na curva de carga do sistema elétrico brasileiro. As estimativas oficiais sobre a participação do consumo do chuveiro no setor residencial eram de 20% a 30%, e as simulações resultaram em cerca de 23%. “O consumo de energia elétrica pelo chuveiro ao longo do ano por toda a população corresponde a praticamente 30% da energia gerada por Itaipu no mesmo período”, revela o engenheiro eletricista Maurício de Castro Tomé, autor da investigação (UNICAMP, 2017). O projeto refere-se a viabilidade técnica e econômica de um sistema solar termodinâmico de aquecimento de água, que consiste em uma bomba de calor na qual o evaporador é um painel solar e o condensador é um trocador de calor utilizado para aquecer água. Medição do COP para comprovação da viabilidade da bomba de calor em relação a outros meios, o que possibilita aplicar este sistema como substituto do chuveiro elétrico em uma ampla faixa de habitações no Brasil, propiciando uma considerável redução do consumo de energia elétrica, principalmente em horários de pico.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Aprimorar e ampliar as atividades e divulgação do Selo Procel com foco nos equipamentos utilizados dos consumidores residenciais

    A partir do propósito do Procel, mencionado no contexto, de auxiliar a escolha e compra de equipamentos mais eficientes, e alinhado com a discussão sobre os níveis mínimos de eficiência energética dos equipamentos, o Projeto em questão objetiva melhorar a gestão e ampliar a compreensão dos consumidores do Programa do Selo Procel. Neste Projeto, o Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, como uma associação de consumidores que atua nacionalmente, ficaria como ponto focal para a aquisição dos equipamentos, escolha dos laboratórios e acompanhamento dos testes. Sendo que, desde o princípio, estruturará um Plano de Comunicação que contemple a percepção do consumidor com relação ao selo bem como de divulgação do Projeto realizado, podendo ser replicado para outros equipamentos.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Chamada Pública Procel Reluz 2020 - Iluminação Pública a LED

    O Brasil possui 5.570 municípios, com alto grau de diversidade. Dessa forma, não é possível conceber um modelo generalizado para viabilizar projetos na área de iluminação pública. Assim sendo, o Procel Reluz, no âmbito dos Planos de Aplicação de Recursos, por meio de duas Chamadas Públicas de Projetos vem desenvolvendo e testando seis modelos para implementação de projetos de iluminação pública com tecnologia LED. O objetivo é identificar os modelos que possam ser aplicáveis à variedade dos municípios brasileiros, respeitando suas individualidades e se beneficiando de suas similaridades. Avaliando todo o processo, é possível concluir que a realização das referidas chamadas públicas vem se mostrando uma ferramenta eficaz para disseminação da cultura de eficiência energética no setor público. Ressalta-se que um dos objetivos desta ação é permitir uma análise comparativa entre os modelos, de modo a verificar quais possuem potencial para se tornarem viáveis e replicáveis à variedade dos municípios brasileiros. Adicionalmente, esta ação também estimula, por parte do município, o desenvolvimento de Plano Diretor de Iluminação Pública, na medida em que os municípios assumem este compromisso ao receber os investimentos.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Pesquisa mercadológica sobre motores monofásicos: análise do impacto em eficiência energética causado por motores monofásicos vendidos e recondicionados no Brasil

    São diversos os usos dos motores dentre eles o uso em ventiladores, bombas hidráulicas, compressores de ar, elevadores etc. Quando esses motores são de indução, trifásicos, de rotor de gaiola de esquilo, de 60Hz, até 500CV e 600V, esses só podem ser comercializados se atenderem aos índices de eficiência mínimos de nível “Premium” definidos pela Portaria Interministerial MME/MCTIC/MDIC 1 de 29/06/2017, de forma a garantir o seu perfeito funcionamento e o gasto energético adequado. Todavia, quando o foco da legislação é sobre os motores monofásicos de baixa potência (de 0,25 CV a 5CV) presentes em eletrodomésticos entre outros equipamentos usos domésticos, as regras são relacionadas aos equipamentos em que estão acoplados estes motores (e.g.: motores dos compressores de refrigeradores). Se for analisado o censo 2010 há 69,3 milhões de residências no Brasil e for considerado que pelo menos existem dois motores em eletrodomésticos em cada residência, impactos expressivos no consumo energético da matriz brasileira podem ser ocasionados por serviços de recondicionamento mal feitos. Na pesquisa de 2019 feita pela PUC-Rio/Procobre, foi identificado que a perda energética causada por recondicionamentos de baixa qualidade em motores trifásicos foi de 8,43 TWh em 2016. Assim, para um entendimento aprofundado do cenário de motores monofásicos no país, propõe-se a criação de uma versão da pesquisa realizada pela PUC-Rio. Nesse trabalho seriam realizadas pesquisas junto aos fabricantes, consumidores e recondicionadores de motores monofásicos para entender o grau de conhecimento destes em relação a eficiência energética de motores. Esta pesquisa pretende balizar propostas ao governo de medidas educativas aos consumidores e fiscalizadoras para sanar as irregularidades e disciplinar esse mercado para que os programas de eficiência energética não tenham seus nobres e ideais objetivos comprometidos por empresas que desrespeitam a legislação de motores hoje vigente.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Projeto Modelo em Eficiência Energética na Habitação de Interesse Social.

    Desde o início do Programa Minha Casa Minha Vida em 2009, a produção habitacional realizada pela Secretaria Nacional de Habitação (SNH) vem passando por algumas evoluções importantes. Vários parâmetros construtivos direcionados a eficiência energética e a melhoria do conforto ambiental passaram a ser requisitados pela SNH em seus programas de provisão habitacional. Assim, é fundamental o diálogo com os governos locais sobre as abordagens adotadas para minimizar o déficit habitacional com melhoria das condições de vida, incluindo melhorias de eficiência energética e conforto, em busca do desenvolvimento urbano mais sustentável. Associação Brasileira de COHABs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) é a entidade nacional que apoia e articula os setores que promovem a habitação de interesse social localmente. Para potencializar os impactos das medidas que estão sendo desenvolvidas será realizado um “Projeto-Modelo” para servir de demonstrativo e materializar as soluções de eficiência energética, conforto ambiental, uso racional de recursos, entre outras ações que serão propostas. Em um processo de múltiplos atores como no caso de produção habitacional, além de divulgar soluções inovadoras e nivelar o conhecimento, o Projeto-Piloto deve também fortalecer as parcerias dos atores envolvidos no processo de produção habitacional de interesse social e atestar a viabilidade de implementação a larga escala das medidas propostas e sua e adaptabilidade às diferentes regiões do país. Este projeto pretende executar dos resultados de um concurso de arquitetura de âmbito nacional para realização de um “Projeto-Piloto de HIS” voltado a soluções inovadoras de processos e sistemas construtivos que contribuam para maior eficiência energética e conforto ambiental de unidades habitacionais e que tenham sua viabilidade atestada e etiquetado pelo selo Procel Edifica. 16 projetos modelos serão executados de acordo com os critérios de Eficiência energética e com o selo Procel.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    EnergIF – Programa para o desenvolvimento de energias renováveis e eficiência energética na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica

    O EnergIF vêm sendo desenvolvido junto à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica desde junho de 2017. Neste período realizou um conjunto de ações voltados para implantação de infraestrutura de laboratórios didáticos e usinas fotovoltaicas, com o objetivo de ampliar a oferta de profissionais para atuar no setor e de reduzir o gasto com energia elétrica junto às concessionárias que atendem aos mais de 661 campi desta Rede Federal. Um conjunto de outras ações que possibilitem ampliar as ações de conscientização, eficientização e certificação de edificações, são necessárias junto às instalações destas unidades de ensino, para poder torná-las de fato ambientes de aprendizagem e que possibilitem aos professores atuarem junto aos laboratórios e também junto a todas as estruturas existentes de forma a se constituir o que hoje se chama "livinglab", verdadeiros ambientes de ensino, pesquisa e extensão, para uma atuação conjunta entre professores, pesquisadores e a comunidade acadêmica. O projeto apresentado permitirá complementar este conjunto de ações que vem sendo desenvolvidas na Rede Federal e permitir que se possa ampliá-las para as demais redes de educação, num processo gradativo de multiplicação.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    ANÁLISE DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA APLICANDO CONTROLE ENTÁLPICO PARA SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO COM CONDENSAÇÃO À ÁGUA

    As torres de arrefecimentos são equipamentos de remoção de calor, empregados para transferir calor residual de processo para a atmosfera. As torres de resfriamento podem utilizar a evaporação da água para remover o calor de processo e resfriar o fluido de trabalho para perto da temperatura de bulbo úmido ou utilizar somente ar para resfriar o fluido de trabalho para perto da temperatura de bulbo seco. A presente análise propõe-se automatizar o processo de torres de arrefecimento e estabilizar a temperatura de entrada no shell in tube de um chiller condensação a água mediante um controle entálpico por meio da aplicação do software data viewer building da ASHRAE em 04 cidades do território nacional do Brasil. Incluindo e acoplando componentes que vão trazer segurança ao equipamento e eficiência energética ao sistema. Para isso, será utilizado um controle lógico programável que instalado ao sistema existente terá a função de controlar o sistema de controle de velocidade a fim de diminuir e desligar os ventiladores da Torre quando a temperatura do bulbo úmido estiver acima da temperatura requerida pelo set-point (bulbo seco) do sistema. O diferencial deste procedimento com os sistemas existentes é o de proporcionar eficiência energética utilizando um algoritmo que em função da temperatura da água e a temperatura do bulbo úmido do ambiente desligará os ventiladores com um diferencial de 3°C entre eles. Essa diferença de temperatura está associada à temperatura do bulbo úmido ser maior que a temperatura da água e neste caso a ventilação não funcionara apenas pela temperatura da agua, evitando que os ventiladores fiquem ligados desnecessariamente. Trabalhando próximo a temperatura mínima obtém-se alta performance e economia de 23% no sistema de refrigeração permitindo que os compressores trabalhem com menores relações de compressão.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    PROCEL Água: Aumento da Eficiência Energética dos Sistemas Públicos de Fornecimento de Água Potável Através da Gestão de Falhas e Vazamentos

    Desenvolvimento e implementação de uma metodologia para detecção de falhas nos sistemas de distribuição de água. A seguinte metodologia será elaborada pela equipe do SENAI e repassada à 27 empresas públicas de saneamento (uma por unidade da federação) com o objetivo de diminuir em no minimo 3% o total de energia gasta em falhas nos sistemas de distribuição de água destas empresas.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Campanha de Publicidade do PROCEL

    Esta proposta é para dar continuidade as campanhas de publicidade já realizadas pelo Procel anteriormente com recursos do PAR Procel. As campanhas de publicidade cumprem um importante papel de divulgação da imagem do Procel e suas vertentes de atuação, notadamente o Selo Procel que é aplicado de forma voluntária em diversos equipamentos eletrodomésticos e edificações, além de ser uma forma de prestação de contas à sociedade. A campanha publicitária também visa mostrar para a sociedade a importância de ações de eficiência energética estruturantes menos conhecidas pelo cidadão comum e que fazem parte do Procel

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Levantamento do potencial de integração do PAR Procel com políticas de Gestão de Resíduos, Logística Reversa, Economia Circular e Programas de Mitigação de GEE.

    O contexto socioambiental do continente latino-americano e a dinâmica macroeconômica tem favorecido o interesse em modelos econômicos mais sustentáveis para a gestão de recursos e aumentado as discussões no âmbito público e privado sobre temas como a Economia Circular e a Ecologia Industrial. Existem múltiplas evidências internacionais e algumas nacionais do potencial de temas relacionados à gestão de recursos e resíduos desde a abordagem energética. Considerando que o Brasil contém uma ampla variedade de setores industriais e de serviços, com diferentes potencialidades de melhoria em gestão de recursos, torna-se necessário um estudo que quantifique o potencial de integração destas ações transversais com o PROCEL, e aponte caminhos de atuação conjunta. Requer-se uma análise da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/10), planos municipais de logística reversa, iniciativas em economia circular, ecologia industrial, assim como aquelas iniciativas de mitigação de emissão de Gases de Efeito Estufa relacionadas. Estes estudos poderiam nortear mecanismos de cooperação entre diferentes atores do setor público, privado e da sociedade civil, com embasamento de potenciais definidos. É importante salientar que os princípios da economia circular e a ecologia industrial são amplos e exigem a interdisciplinaridade, assim como a cooperação entre setores e subsetores até agora independentes e sem comunicação estabelecida. Por outro lado, os potenciais de redução de consumo total de energia e outros indicadores macroeconômicos são de grande escala. Considera-se também de grande importância, o desenvolvimento de jornadas de discussão e capacitação, como forma de alavancar interesse e disponibilidade de recursos para projetos de sucesso; o Brasil encontra-se distante das tendências internacionais na área.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Acompanhamento da produção de equipamentos elétricos com Selo Procel, etiquetados ou regulados pela Lei de Eficiência Energética

    Em 2018, o Selo Procel foi concedido a um total de 3.627 modelos de equipamentos de 198 fornecedores, distribuídos em 41 categorias, alcançando a marca de 33,6 milhões de equipamentos vendidos no Brasil. O uso de equipamentos com o selo, associado à política de banimento das lâmpadas incandescentes do mercado nacional, ajudou o país a economizar 23 bilhões de kWh no ano, evitando que 1,7 milhão tCO2 equivalentes fossem emitidos na atmosfera. Para ter o direito ao uso do Selo Procel, o fabricante ou importador deve comprovar, através de ensaios em laboratórios indicados pelo Procel, que seus modelos de equipamentos atendem aos critérios de desempenho e segurança previstos para cada categoria e garantir a preservação destas características durante o processo de produção. Assim, para garantir a efetividade do Programa, é previsto no Regulamento do Selo Procel um processo de reavaliação dos modelos contemplados com o selo. Essa avaliação tem a finalidade de verificar se as características técnicas dos modelos de equipamentos identificadas durante o processo de concessão do selo permanecem válidas durante os processos de produção fabril. Devido ao inter-relacionamento existente entre as outras iniciativas do Governo Federal com foco na eficiência energética de equipamentos elétricos - o Programa Brasileiro de Etiquetagem, de responsabilidade do Inmetro e a Lei de Eficiência Energética (Lei 10.295/2001), executada pelo CGIEE – e o Selo Procel, os ensaios não ficarão limitados apenas aos produtos contemplados com o Selo Procel, mas serão expandidos a outros equipamentos, contribuindo, assim, com a gestão desses programas governamentais, ampliando os benefícios à sociedade.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Iluminação Pública para Cidades Inteligentes

    Desenvolvimento de um projeto piloto de pesquisa e desenvolvimento com eficiência energética para sistemas de iluminação pública, através do retrofit de lâmpadas e implantação de um sistema inteligente de gestão da iluminação pública para cidades inteligentes. Com o uso de sensores IoT, inteligência artificial, automação e controle, este projeto aplicará um novo conceito de gestão e eficiência energética dentro do laboratório vivo de sustentabilidade energética da Universidade Estadual de Campinas, trazendo uma nova solução que ajudará as cidades a serem cada vez mais eficientes.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    PROTOCOLO BRASILEIRO DE MEDIÇÃO E VERIFICAÇÃO DE PERFORMANCE – EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E GERAÇÃO DISTRIBUÍDA

    A eficácia sobre os projetos de eficiência energética é obtida por meio da medição dos resultados relacionados à redução de consumo de energia. Procedimentos de Medição & Verificação são utilizados para validarem a performance sobre redução dos usos finais de energia, porém um protocolo que padronize esses procedimentos, resgata em absoluto a confiabilidade dos resultados. Apesar de ser reconhecido internacionalmente, o PIMVP aborda a medição e verificação dos resultados de projetos de eficiência energética de maneira muito abrangente, que muitas vezes não refletem o cenário brasileiro, não contemplando algumas situações específicas, próprias do PEE-ANEEL, que exigem uma estratégia diferenciada para M&V. Propomos o desenvolvimento de um protocolo brasileiro de Medição e Verificação para projetos de Eficiência Energética e Geração Distribuída conforme documento anexo.

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    CARRINHO AUTÔNOMO REFRIGERADO/REVERSÍVEL (QUENTE/FRIO) FOTOVOLTAICO SUSTENTÁVEL (CARS)

    Nos tempos atuais, é cada vez mais nítido o conceito de que os veículos do futuro serão elétricos. De fato, o tema mobilidade elétrica está sendo fortemente impulsionado por organizações civis e públicas, visando o desenvolvimento econômico, tecnológico e industrial. Paralelo a esse cenário, em uma progressão impactante, o número de pessoas que ganham o sustento como ambulantes de alimentação no Brasil, saltou de 253,7 mil no terceiro trimestre de 2016, para 501,3 mil no mesmo período de 2017 (CUNHA, 2018), somente no Rio de Janeiro em 2018, 5000 ambulantes esperam licença da Prefeitura para trabalhar, existe destaque para o crescimento dos food trucks e agora a nova tendência é o food bike.(BRF FOOD SERVICE, 2016). Considerando a importância atual de pesquisas relacionadas à mobilidade elétrica, avaliando o crescimento impactante das vendas de alimentos em veículos sobre rodas e visando a autonomia e eficiência dos veículos para comercialização de alimentos, o presente projeto tem como objetivo desenvolver um Carrinho Autônomo Reversível e Sustentável (CARS) para comércio ambulante de alimentos. A sustentabilidade reside na capacidade do veículo CARS de utilizar energia solar fotovoltaica, armazenada em um sistema de baterias que garantirá sua autonomia. O CARS conterá as seguintes características: • Painéis fotovoltaicos no teto facilmente ajustáveis; • Carga térmica estimada do carrinho é de 120 kcal/h com consumo nominal de 140 W (terá também a opção de alimentação na rede); • Permitirá economia de energia na comparação com o aquecimento com resistência elétrica COP (coeficiente de performance) é de apenas 1 W/W, e melhor eficiência se comparado ao uso de gelo para resfriar bebidas (COP de 1,2 W/W); • Pretende-se obter um COP três vezes maior com o CARS, que a associação de resistência elétrica e gelo. • Um sistema de refrigeração/aquecimento com ciclo reversível manterá a baixa temperatura para refrigerados e calor para o aquecimento de ali

    Justificativa da reprovação:

  • Contribuído em 17/12/2019

    Fundo Garantidor para Crédito a Eficiência Energética (FGEnergia)

    O projeto em pauta resulta da ação conjunta e de sucessivas discussões envolvendo os departamentos de produtos de garantia e de energia elétrica do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o LAB (Laboratório de Inovação Financeira) e o Procel. Identificou-se que, para grande parte das empresas que buscam linhas de crédito para investimento em eficiência energética, a falta de garantias reais se apresenta como um significativo entrave no acesso ao financiamento, a despeito do custo financeiro dos recursos. A destinação de recursos do Procel para outorga de garantias pelo Fundo Garantidor para Crédito a Eficiência Energética (FGEnergia) permitirá que os agentes financeiros flexibilizem a exigência de garantia real nesses financiamentos. Essa menor exigência de garantias reais deve levar a um maior acesso ao crédito e à ampliação da quantidade de projetos para investimento em projetos de eficiência energética. Com isso, será possível postergar investimentos em geração, transmissão e distribuição de energia, mitigando, assim, impactos ambientais e colaborando para um Brasil mais sustentável. Trata-se de um mecanismo inovador na geração de projetos, com abrangência nacional e capilaridade por meio da atuação conjunta com agentes financeiros para ampliação do número de projetos de eficiência energética apoiados.

    Justificativa da reprovação: