Leilões permitem trocar térmicas caras por renovável, diz Braga

Energia nova de eólicas, solares e biomassa, continuará crescendo nos próximos anos

Publicação: 12/11/2015 | 15:06

Última modificação: 13/11/2015 | 17:30

Crédito: MME

O Brasil continuará investindo em energias renováveis e limpas, por meio de novos leilões. Com esse caminho, o país substituirá gradualmente a energia gerada pelas usinas  térmicas de fontes mais caras e poluentes, como diesel e óleo combustível, por outras mais limpas e, principalmente, renováveis,  mantendo o respeito aos contratos. Essa diretriz foi apresentada nesta quinta-feira (12/11) pelo Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, em reunião da  Iniciativa Empresarial em Clima, em São Paulo.

Segundo o ministro,  a modernização da matriz elétrica brasileira, com inclusão cada vez maior de geracão solar e eólica, reforçada pela geração distribuída,  permitirá reduzir o custo da energia e equiparar o custo no Brasil com o mercado internacional.

Braga destacou que o sistema elétrico brasileiro é robusto, com segurança energética, devido a geração suficiente e por ter estrutura de transmissão que permite intercâmbios no país. Mas explicou que desde 2001 – quando houve racionamento de energia no país—  foram contratados 15 mil MW de  usinas térmicas,  consolidando o sistema hidrotérmico. Mas entre as térmicas há uma parte composta por usinas de operação mais cara e com menor rendimento. Isso deixou o sistema fortalecido, mas elevou o preço da energia nesse momento de restrição hídrica.

"O desafio agora é como descontratar esses 15 mil MW e substituí-los por energia nova, eficiente, limpa, barata e moderna, energia do século XXI, que vai permitir que nosso sistema seja competitivo em termos internacionais. O Brasil não precisa carregar esses contratos eternamente ", afirmou Braga.

 

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